Lucas Paquetá sofreu uma fratura no quarto metacarpo da mão direita durante a vitória do Flamengo sobre o Cruzeiro por 2 a 0. O problema não é considerado grave e o jogador está liberado para treinar e atuar, utilizando uma imobilização.
O departamento médico do clube preparou duas proteções para o camisa 20. Uma delas é mais firme, para ser usada em casa e no dia a dia. A outra é feita para os jogos, sendo menor e mais flexível, para não oferecer risco a ele ou aos adversários.
A prioridade da imobilização é restringir o movimento da mão e do punho. Segundo apuração, o meia pode precisar usá-la por até quatro semanas, que é o tempo médio para a cicatrização total.
Apesar de ser uma fratura, o caso não preocupou a equipe médica do Flamengo, que optou por não vetar sua participação. No ano passado, o jogador Varela passou por situação similar e atuou sem limitações.
Pedro foi outro atleta do elenco que usou imobilização, por conta de uma fratura no antebraço direito em 2025. No entanto, a proteção era diferente, cobrindo até o cotovelo. O atacante não chegou a utilizá-la em jogos oficiais devido a uma lesão muscular.
O caso de Paquetá apresenta menos riscos e ele deve ter facilidade para continuar jogando. O meia está à disposição do técnico Leonardo Jardim para o clássico contra o Botafogo, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Em outro assunto relacionado ao elenco, o volante Saúl iniciou atividades no campo e avançou no processo de recuperação de uma cirurgia. Ele segue em fase de reabilitação com a equipe médica do Flamengo.
