Em 1º de dezembro, é celebrado o Dia Mundial da Luta Contra a Aids. Essa data foi criada em 1988 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o HIV e a Aids. Nos anos 1980, a Aids era considerada uma epidemia alarmante. Hoje, no entanto, a doença é tratada de forma diferente, sendo reconhecida mais como uma condição crônica. Graças ao uso de medicamentos antirretrovirais, a maioria das pessoas que vivem com HIV consegue controlar a infecção e não desenvolve a Aids.
Recentemente, a minissérie “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente” se destacou no streaming nacional. A produção apresenta Johnny Massaro no papel de um comissário de voo da década de 1980. O personagem entra no contrabando do medicamento AZT, ainda em fase experimental e disponível apenas nos Estados Unidos, para o Brasil.
A trama tem semelhanças com o filme “Clube de Compras Dallas”, lançado em 2013, que retrata a história de um eletricista, vivido por Matthew McConaughey, que descobre ser soropositivo e passa a contrabandiar medicamentos experimentais para o Texas.
Outra obra icônica que aborda o tema é “Filadélfia”, de 1993. Neste filme, Tom Hanks interpreta um advogado que enfrenta discriminação e luta para provar sua demissão injusta de um renomado escritório, após revelar que é portador do HIV.
Essas narrativas são importantes para aumentar a visibilidade sobre a Aids e o impacto que a doença teve na vida de muitas pessoas. Filmes e séries ajudam a desmistificar o HIV, educando o público sobre a realidade das pessoas que vivem com a condição.