O ator Jeremy Allen White, conhecido por seus papéis nas séries ‘O Urso’ e ‘Shameless’, elogiou a decisão do Reino Unido de proibir o uso de redes sociais como TikTok, Snapchat e YouTube para menores de 16 anos. A informação foi divulgada pela Variety.
O vencedor do Emmy defendeu a necessidade de uma intervenção no consumo digital. “É impressionante o quão viciante isso tudo é. Acho que precisa haver uma correção. As redes sociais nunca vão desaparecer, mas acredito que precisamos estabelecer limites e diretrizes”, afirmou o ator.
White, que é pai de duas crianças de 7 e 5 anos, revelou que seus filhos não possuem celulares ou tablets próprios. Eles usam os aparelhos dos pais apenas ocasionalmente. O ator já havia declarado anteriormente que pretende manter os filhos longe das redes sociais “pelo maior tempo possível”.
A preocupação com o uso de telas também foi abordada por Ayo Edebiri, colega de elenco de White em ‘O Urso’. Ela admitiu ter uma relação pouco saudável com o celular e expressou o desejo de simplificar sua relação com a tecnologia. “Eu realmente queria ter um celular flip. Se não tivesse obrigações contratuais e e-mails para responder, viveria como Steve Martin ou Bill Murray”, disse.
Jeremy Allen White vai estrelar o filme ‘O Outro Lado das Redes’ (The Social Reckoning), sequência de ‘A Rede Social’. O longa está previsto para estrear nos cinemas brasileiros no dia 8 de outubro.
Jeremy Strong interpretará Mark Zuckerberg no novo filme, substituindo Jesse Eisenberg. O elenco também inclui Mikey Madison, Bill Burr, Wunmi Mosaku, Aidan Laprete, Kelley Pereira e Nelson Franklin.
Diferente do drama de 2010, que focava na criação do Facebook, a nova produção abordará os efeitos negativos da rede social. O roteiro é baseado na série de artigos “The Facebook Files”, de Jeff Horwitz, publicada no The Wall Street Journal.
O filme tratará de relatórios internos da Meta que apontavam malefícios da plataforma para adolescentes e crianças. Também abordará o conhecimento da empresa sobre a disseminação de desinformação que gerava violência e sua contribuição para a insurreição de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA.
O roteirista Aaron Sorkin, que também dirigirá a continuação, encontrou inspiração para o projeto após os eventos de 6 de janeiro. As filmagens estão previstas para começar ainda este ano, em Vancouver.
