quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
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Uma década de um épico episódio de série na TV

Equipe de Redação
Equipe de Redação EM 6 DE JANEIRO DE 2026, ÀS 05:11
Uma década de um épico episódio de série na TV
Uma década de um épico episódio de série na TV

O oitavo episódio da terceira temporada de Vikings, intitulado “To the Gates”, é um marco da série e, após quase uma década, continua a ser lembrado como um dos melhores episódios. Exibido em abril de 2015, ele apresenta uma batalha marcante em Paris, que deixa a tensão no ar desde o início. Comandadas por Ragnar, as tropas desembarcam nos portões da cidade cercada, desafiando o Rei Charles.

Neste episódio, os fãs tiveram a oportunidade de ver trinta minutos de ação intensa, que se consolidou como uma das sequências mais fortes da trama. Atualmente, “To the Gates” ocupa o terceiro lugar na lista dos episódios mais bem avaliados da série, segundo a plataforma IMDb. Além da luta impressionante, os acontecimentos nesse episódio são cruciais para o desenvolvimento da terceira temporada.

A produção desse episódio não foi simples. Para dar vida a Paris, a equipe utilizou o maior cenário já construído para a série, contando com cerca de 500 figurantes, dos quais 200 eram dublês. Foram criados vastos cenários, incluindo 740 metros quadrados para recriar uma rua parisiense e a entrada de uma torre, além de 446 metros quadrados para o Palácio de Paris e o interior da catedral. Ao todo, foram 93 metros quadrados de paredes que ajudaram a emoldurar a cena.

O sucesso do episódio deve-se também à sua narrativa envolvente. A ação se desenrola com clareza, tensão e brutalidade, apresentando líderes inesperados nas duas facções. A participação de Gisla, por exemplo, muda gradativamente o rumo do confronto. O desfecho é intenso e emocionante, culminando numa retirada forçada, que, apesar das pesadas perdas, fortalece as ambições de conquista de Ragnar.

Michael Hirst, criador da série, comentou sobre a experiência das filmagens, que foram desafiadoras e surpreendentes. Ele destacou o trabalho com figurantes e dublês, descrevendo cenas impressionantes, como vikings subindo escadas e ateando fogo, e dublês caindo das paredes em direção à água. Hirst admitiu que, embora assistir às gravações pudesse ser monótono em muitos casos, esse episódio foi de longe uma experiência vibrante e emocionante.

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