As projeções de bilheteria para o filme ‘Supergirl’ estão em queda e indicam que a estreia pode ser menor do que a de ‘The Flash’ em 2023. Apesar das primeiras reações positivas da crítica ao tom da produção e à atuação da nova heroína, alguns ressalvas foram feitas em relação ao roteiro e ao desenvolvimento do vilão.
Inicialmente, analistas estimavam uma abertura entre US$ 47 milhões e US$ 60 milhões nos Estados Unidos. Com o início da pré-venda, os números se estabilizaram perto dos US$ 55 milhões, valor que ‘The Flash’ alcançou em sua estreia. Agora, de acordo com Matthew Belloni, do Puck, as estimativas caíram para cerca de US$ 51 milhões. Se confirmado, o resultado será considerado abaixo do esperado para o primeiro filme solo da heroína desde 1984.
Parte da queda pode ser explicada pela concorrência. ‘Toy Story 5’ deve continuar dominando as bilheterias em seu segundo fim de semana, reduzindo o espaço para novos lançamentos. O desempenho projetado reforça a preocupação de que o interesse do público pelo segundo capítulo do novo universo cinematográfico da DC pode estar abaixo do que o estúdio esperava.
A comparação com o início dessa nova fase é evidente. No ano passado, ‘Superman’ estreou com US$ 125 milhões nos EUA, embora com um orçamento maior. Já ‘Supergirl’ custou aproximadamente US$ 175 milhões e, segundo estimativas, precisaria arrecadar perto de US$ 315 milhões mundialmente para atingir o ponto de equilíbrio.
O filme estreia no Brasil em 25 de junho de 2026, com sessões de pré-estreia a partir de 23 de junho. Estrelado por Milly Alcock, a trama mostra Kara Zor-EL, também conhecida como Supergirl, fazendo uma parceria improvável em uma jornada interestelar de vingança e justiça. A produção tem 1 hora e 50 minutos de duração, sendo mais curta que ‘Superman’, que tem 2 horas e 9 minutos.
A direção é de Craig Gillespie, de ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, e o roteiro é de Ana Nogueira. O elenco inclui Eve Ridley, Matthias Schoenaerts, David Krumholtz e Emily Beecham.
