Em dois dias seguidos, o colunista deixou de lado os filmes da semana para conferir duas peças do Festival de Teatro do Rio. O evento acontece nos teatros TotalEnergies e Riachuelo, na cidade do Rio de Janeiro, e reúne montagens brasileiras que já circularam pelo país.
No primeiro dia, na fileira D do Teatro Riachuelo, ele assistiu a “Histórias do Porchat”, stand up comedy de Fábio Porchat. No espetáculo, o humorista conta situações vividas em viagens pelo mundo, com histórias que envolvem hipopótamos, tubarões e uma massagem inusitada.
No segundo dia, em pleno dia dos pais, o colunista viu “A Pediatra”, peça baseada na obra de Andréa del Fuego. A montagem tem cerca de uma hora de duração, com cenário único e iluminação que acompanha as emoções da trama.
A história acompanha Cecília, uma pediatra que exerce uma “medicina descompromissada”, segundo ela mesma. Após se envolver em um caso extraconjugal com Celso, ela cria a ilusão obsessiva de ser a mãe do filho dele. O texto é ácido e debochado, com momentos dilacerantes, e expõe as loucuras de uma mente perturbada. Em cena, Débora Lamm e Luiz Antônio Fortes interpretam os personagens principais.
A personagem Cecília lembra, em partes, Annie Wilkes, vivida por Kathy Bates em “Louca Obsessão”, filme baseado no livro “Misery”, de Stephen King.
O colunista também tentou assistir a “A Mulher em Fuga”, com Malu Galli e Tiago Martelli, baseada em obras do escritor francês Édouard Louis, mas não conseguiu ingresso porque a sessão lotou.
O Festival de Teatro do Rio deste ano vai até o dia 16 de agosto. A edição de 2027 já está confirmada. O colunista elogiou a iniciativa e disse que quer ver mais peças no próximo ano. Ele também destacou a importância de ver os teatros lotados e a cultura viva, e afirmou que agora volta a atenção para os filmes, principalmente os brasileiros.
