Peter Capaldi, que interpretou o Doutor em Doctor Who entre 2014 e 2017, comentou as críticas de que a série teria “excesso de militância”. As reclamações aumentaram após a escalação de Jodie Whittaker como a primeira mulher a viver o personagem, em 2018. Depois, a escolha de Ncuti Gatwa, um ator negro e queer, para o papel gerou novas reações negativas.
Capaldi, cuja passagem foi elogiada pela crítica, rebateu as críticas. Ele defendeu as escolhas da produção e afirmou que a diversidade reflete a evolução natural da série. O ator considerou as reclamações infundadas e destacou que a representatividade não prejudica a qualidade da narrativa.
As declarações de Capaldi ocorrem em meio ao debate sobre inclusão na televisão. A série, que estreou em 1963, sempre passou por mudanças em seu elenco e abordagem. As críticas recentes, no entanto, apontam para uma resistência maior a temas sociais no programa.
Capaldi não é o primeiro membro do elenco a se manifestar. Outros atores e produtores já haviam defendido as escolhas de elenco. Para ele, as críticas não representam a maioria dos fãs, que continuam acompanhando a série. A postura do ator reforça o apoio da produção às decisões tomadas.
